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A Odisséia do Nola

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Sabadão o date foi no cinema vendo o filme do Nolan. Poraaaa, um puta filme. Se tem dúvida se vale a pena ver ou não, eu resumo: VALE.

Não vou dar spoilers, se é que é possível dar muitos spoilers de canções de 3000 anos, especialmente histórias essas que moldaram o imaginário popular do ocidente desde então.

O diretor traz algumas soluções criativas pra adaptação pro cinema, e claro que toda adaptação terá suas limitações. Eu quero digerir melhor o filme e em outro post talvez aprofundar melhor em alguns detalhes.

Por hoje, só menções honrosas! E vamos começar com o troféu máximo de bom garoto para o ARGOS, o cachorro que esperou Odisseu por 20 anos. Não há um personagem com tamanha pureza e lealdade. E como eu sempre gosto de acreditar, nós, humanos, não merecemos a pureza dos cachorros. Argos para sempre <3

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A segunda menção vai para Calypso:

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Opa, essa não (mas poderia), ESSA, com a Charlize Theron, que ficou impecável no papel:

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Das tecnicalidades, consegui ver no IMAX na proporção 1.90:1, que não é o jeito que foi filmado, mas é bom o suficiente, considerando que não tem sala IMAX 70mm no Brasil. Dá uma olhada nesse post da Guiana Brasileira pra entender melhor esse drama: Christopher Nolan fez o que parecia impossível. Entenda a tecnologia por detrás de “A Odisseia”

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Devo trazer outros posts mais elaborados sobre o assunto depois que eu processar melhor tudo. A experiência no cinema é bem intensa, as 2 horas e 50 minutos passam voando. Não levantei nem pra ir no banheiro. Eu quero agora fuçar nos making-offs, tem muitas coisas interessantíssimas na parte técnica da coisa. A principal: não tem CGI nem tela verde em nada. É TUDO EFEITO PRÁTICO! Sensacional! Esses filmes de tela verde me dão uma agonia imensa.

Se você assistir, me conte suas impressões no deixe um salve que eu ficarei bem feliz.

Até a próxima!

#filmes